Acorde E6
E6
Estado fundamental: A forma mais comum: a nota mais grave é a tônica do acorde, com as outras notas empilhadas acima.
Acordes E6 piano: quem já toca open E no violão precisa da versão de teclado que ainda “soa aberta”
Acordes E6 no piano (também “acorde E6” ou “mi maior com sexta”) juntam o tríade de mi maior com um dó sustenido: E–G#–B–C#, ou mi–sol sustenido–si–dó sustenido. O E seco pode soar como um carimbo claro. Coloque o dó sustenido e o carimbo amolece—continua maior, só menos final. Violonistas vivem em E por causa das cordas soltas; a parte de piano nessas músicas costuma querer o mesmo “ring”, não um tríade fechado e grosso. Se busca acordes E6 piano para ouvir antes de decorar, comece pelo teclado acima.

Dois sustenidos que não aceitam “mais ou menos”
Mi maior já exige sol sustenido. O E6 mantém essa terça elevada e acrescenta dó sustenido—a sexta maior acima de mi (um tom acima do si). Sem sol sustenido o acorde escorrega para menor ou simplesmente soa errado. Sem dó sustenido você volta ao E comum—vale, mas não é mais E6. Quem vive nas brancas, no tempo rápido, costuma achatar um dos pretos. Atrase o arpejo desta página: mi → sol sustenido → si → dó sustenido, até o ouvido esperar os dois acidentes sempre.
Nas cifras, o E6 aparece quando o arranjador quer o calor de mi maior com ar sob a voz longa—baladas em E, grooves meio country, tons de cover confortáveis para muita gente. Pode colorir o I em mi ou soar como IV mais vivo quando o centro é si. Jargão de função é opcional: ao mudar inversões, ouça se o baixo ainda parece casa (mi) ou se já inclina para sol sustenido, si ou dó sustenido. O símbolo internacional E6 fica ao lado do nome em português; no ensaio a cifra quase sempre traz E6.
O dó sustenido é o caráter
Sem ele, é E comum. Com ele, a cor maior fica, mas o pouso fica mais gentil—útil sob notas longas da melodia.
Primeiro o sol sustenido
Som turvo ou “menor”? Confira a terça antes de culpar a sexta. Sol sustenido errado quebra a família maior mais depressa que um dó sustenido ausente.
Primo do C#m7
E–G#–B–C# compartilham classes de altura com C#m7. Baixo em mi → história E6. Baixo em dó sustenido → o ouvido vai ao menor com sétima. Compare as inversões aqui.
Como tocar o acorde E6 no piano
Deixe o PDF mudo de lado: audicione o voicing, veja cada nota e depois mova o baixo pelos slash chords que a mão esquerda realmente encontra.

Ouça, desmonte, mude o baixo
A maioria das cifras para em bolinhas. Aqui você dispara o E6 de uma vez ou caminha E–G#–B–C# para deixar os intervalos—sobretudo os dois sustenidos—óbvios. A digitação das duas mãos fica ao lado da forma; as inversões cobrem a fundamental mais E6/G#, E6/B e E6/C#. O ciclo útil: ouvir → checar o desmonte → trocar o baixo. No navegador, sem instalar nada.
- Acorde cheio ou arpejo nota a nota
- Desmonte no teclado com sustenidos visíveis
- Posição fundamental e inversões slash
- Grátis no navegador—sem muro de conta
Um caminho de prática que respeita os sustenidos

Trave mi–sol sustenido–si antes do dó sustenido
Mão direita: polegar em mi, depois sol sustenido e si (tente 1–2–3). Confirme que soa maior—claro, não menor—antes de acrescentar a sexta. Quatro notas apertadas? A esquerda pode segurar só o mi grave no começo.

Encaixe o dó sustenido para ler contra o si
Some dó sustenido acima do si (no acorde de quatro sons, 1–2–3–5 com 5 no dó sustenido é comum). Se si e dó sustenido virarem lama, role de leve ou afine o meio. A sexta deve anunciar cor, não barulho.

Use inversões como nas cifras de violão
E6/G# é o clássico “cor de E com baixo no sol sustenido”—slash de violão adora. E6/B põe a quinta embaixo; E6/C# puxa a história de baixo do C#m7. Gire até nomear o som mais grave sem olhar o rótulo.

Coloque o voicing em volta do cantor
Voz grave? Suba o aglomerado da direita uma oitava. Arranjo rarefeito: mi grave à esquerda + E6 compacto à direita costuma soar mais limpo do que duas paredes cheias.
